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21.3.07

A Fórmula 1 tem seu primeiro piloto negro

A Fórmula 1 tem seu primeiro piloto negro.

É Lewis Hamilton. Ele deu um show na pista. Ficou em terceiro lugar, indo para o Pódium, mas a imprensa brasileira deu pouco destaque, ou melhor, nenhum.

[contribuição de Roberto de Carvalho - robecarvalho@gmail.com ]

para saber mais, em português: http://pt.wikipedia.org/wiki/Lewis_Hamilton  
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Lewis Hamilton, premier pilote noir de F1

Sa carrière sur le circuit démarre ce week-end
samedi 17 mars 2007, par Falila Gbadamassi

Lewis Hamilton est depuis, ce vendredi, officiellement le premier pilote de F1 noir. Titularisé par l’écurie McLaren en novembre dernier, il prendra le départ du Grand Prix de Melbourne, en Australie, ce dimanche. Pour le Britannique de vingt-deux ans, c’est un rêve qui se réalise.

Le Grand Prix d’Australie qui se déroule ce week-end à Melbourne, en Australie, marque l’entrée officielle du premier pilote noir de la F1, Lewis Hamilton, 22 ans, dans la course automobile. Il prendra le départ le 18 mars prochain. La titularisation du Britannique au sein de l’écurie McLaren-Mercedes a été annoncée le 24 novembre 2006 «C’est un rêve qui devient réalité. Courir en Formule 1 avec McLaren a toujours été mon but ultime depuis que je suis tout jeune.», affirmait alors Lewis Hamilton. Son équipier n’est autre que le double champion du monde, l’Espagnol Fernando Alonso. Ce vendredi, sa première journée en tant que pilote de F1, il l’a qualifié de «fantastique». «C’était génial de sortir du garage, a-t-il poursuivi, puis de la ligne des stands… Un jour de rêve.»

Une jeune recrue pleine de promesse

Le conte de fée de Hamilton commence avec sa rencontre, lors d’un dîner-gala, avec le patron de l’écurie McLaren, Ron Dennis. Le gamin de 10 ans l’impressionne par son culot. Le jeune Lewis lui confie de but en blanc qu’il veut devenir pilote dans son écurie, celle aussi de son idole, Ayrton Senna, disparu le 1er mai 1994, sur le circuit d’Imola (Italie). «Je devais avoir six ans et j’ai regardé un Grand Prix de Formule 1 avec mon père. Senna était en fond de grille et il a tout remonté. Je me suis alors dit: "C’est ça que je veux faire".». Son casque jaune orné de bandes bleu marine et verte rappelle celui du pilote brésilien. Né dans l’Hertfordshire, au nord-est de Londres, de parents natifs de l’île de Grenade, dans les Antilles, Lewis Hamilton a rejoint le centre de formation de l’écurie McLaren en 1998. Il remporte durant la première année le championnat de karting. Cinq ans plus tard, en 2003, il est champion de Grande-Bretagne de Formule Renault, puis en 2005, il sera celui d’Europe de F3. L’année suivante, il fait son entrée dans la série GP2, antichambre des Grand Prix, qu’il remporte encore une fois.

Evoquant sa nouvelle carrière dans la F1, Ron Dennis avait affirmé, il y a quelques mois, «c’est son plus grand défi jusqu’à présent, mais nous sommes certains qu’il a les qualités pour y répondre». Sans passer par la case "pilote d’essai", Lewis Hamilton a été promu directement numéro 2. Une situation qui peut être source de tension et de pression. En février dernier, lors de sa préparation en Espagne, son inexpérience lui avait valu un accident qui a sérieusement endommagé son bolide. Ce qui n’a pas empêché Lewis Hamilton de réaliser de meilleurs temps que son très expérimenté co-équipier et ce vendredi, encore, il est crédité du 3e temps des essais libres. Sera-t-il la révélation qu’attendaient les spécialistes de F1? La réponse, ce dimanche.

Visiter le site de / Visite o site de Lewis Hamilton

fonte do texto em francês - http://www.afrik.com/article11010.html 

criado por Memória Lélia Gonzalez    21:03 — Arquivado em: Dignidade

8.3.07

Salvador BA vai instituir Selo da Diversidade

Salvador terá mais uma política para o mercado de trabalho

Através da Secretaria Municipal da Reparação - Semur, a cidade de Salvador se prepara para instituir o "Selo da Diversidade", com o objetivo de certificar as empresas, ONGs e instituições públicas que assumirem o compromisso social de promoção da diversidade racial em suas estruturas, facilitando o acesso de negros no mercado de trabalho.

O "Projeto Selo Diversidade no Trabalho" é uma iniciativa da Comissão Intersecretarial de Monitoramento e Gestão da Diversidade, da Secretaria do Trabalho da Prefeitura de São Paulo. Foi implementado em novembro de 2006 e está associado ao Programa de Fortalecimento Institucional para a Igualdade de Gênero e Raça, Erradicação da Pobreza e Geração de Emprego (GRPE).

Em Salvador, o programa nasceu como continuidade da parceria já realizada entre a Semur e os empresários de shopping centers da cidade. "O selo será uma forma de reconhecer as organizações que investem na promoção da igualdade racial no mercado de trabalho em Salvador, como já está acontecendo com o Instituto Íris, um dos grandes parceiros da implementação de ações juntos aos logistas dos shoppings", afirma Gilmar Santiago, secretário municipal da Reparação. A expectativa do secretário é que o selo seja implantado ainda este ano.

O primeiro passo para implementação do projeto foi dado na tarde da última quarta-feira, 28 de fevereiro, durante a exposição do representante da Comissão Intersetorial de Monitoramento e Gestão da Diversidade da cidade de São Paulo, Dojival Vieira.

Na palestra o gestor paulista apresentou as principais características do selo, suas peculiaridades, aplicabilidade e implicações metodológicas. Segundo ele, que foi um dos idealizadores do projeto, o selo deve ser apenas um dos pilares de um programa mais extenso que implica na elaboração de um pacto pela diversidade, composto pela elaboração do mapa da desigualdade racial e de gênero nas empresas, e execução de um plano estratégico de ação com vistas a dirimir tais desigualdades.

Cristiane Copque, responsável pela implementação do projeto na Semur, explica que a idéia da criação do selo, da mesma forma que em São Paulo, não é de premiação, mas sim de reconhecimento pelas iniciativas de combate à discriminação no mercado de trabalho.

Na avaliação de Lucy Góes, representante da Secretaria Estadual de Promoção da Igualdade Racial, "não dá mais para viver em uma sociedade excludente, que discrimina as pessoas pelo critério da cor da pele. É dever do Estado proporcionar ações mais efetivas que venham eliminar estes comportamentos. A criação deste selo pode ser um caminho".

Já para Tatiana Silva, assessora especial da Secretaria Estadual do Trabalho, existe uma pré-disposição do poder público em apoiar este tipo de iniciativa, especialmente no âmbito do mercado de trabalho, que é marcado por índices extremamente desiguais.

Além de representantes da Semur, participaram da reunião, representantes do Sebrae, Ministério Público, Secretaria Municipal da Educação, Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, Secretaria Estadual da Promoção da Igualdade Racial, Secretaria do Estadual do Trabalho, Instituto Íris, associações de lojistas, sindicatos e entidades do movimento negro.

fonte:
http://www.reparacao.salvador.ba.gov.br/index.php?option=com_content&task=view&id=143&Itemid=79

recebido de Dojival Vieira - abcsemracismo@yahoo.com.br

criado por Memória Lélia Gonzalez    16:20 — Arquivado em: Ações Afirmativas

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